23 de jun de 2011

Descanso


É feriado e eu estou de férias. Vou descansar um pouquinho daqui, mas não demoro a voltar.

22 de jun de 2011

Revista Zahar

Já faz um tempo que estou para dar essa dica aqui, mas sempre esqueço. A Zahar agora tem uma revista trimestral que faz um apanhado dos livros que a editora coloca no mercado. A publicação tem versão digital e as duas primeiras edições já estão no site da editora disponíveis para leitura. É só clicar aqui.

21 de jun de 2011

Duas novas

Duas músicas inéditas do dia: do lado de lá do Atlântico, o Radiohead liberou "Staircase", registrada em performance da banda para o programa From the Basement, da BBC, que será exibido mês que vem. Tudo dentro da normalidade do padrão Radiohead, que já liberou disco inteiro e inédito de graça (dê uma googlada em "In Rainbows").



Do lado de cá do Atlântico, o Brasil conheceu a primeira música inédita de Chico Buarque em cinco anos, "Querido Diário", que integra seu próximo disco, "Chico". A faixa, que seria um mimo exclusivo para quem pagasse antecipadamente pelo disco que ainda nem foi lançado, vazou, como manda o script da internet. Enquanto o vídeo rola solto no YouTube, o link para o acesso à música no site criado para divulgar o novo disco continua sinalizado com um cadeado, indicando o acesso restrito aos que pagaram pelo disco.



Duas perguntas que ficam do caso:

1)Quem arquitetou todo esse plano de divulgação do álbum, com música exclusiva sendo liberada pela rede, não pensou em nenhum momento sobre como é fácil espalhar um arquivo de música na internet?

2)A promessa é de que quem pagou pelo disco ouvirá outras faixas antes de ele ser lançado. O plano vai ser mantido, sob o risco de todo o álbum vazar antes de chegar às lojas?Link

20 de jun de 2011

Não torture suas roupas

Rob Zombie, músico e espécie de Zé do Caixão dos States, resolveu arriscar seus dotes de direção em outra área e dirigiu um comercial de uma marca de sabão de lavar roupa. Saiu do óbvio (pelo menos para os padrões de comerciais desse tipo aqui no Brasil, com donas-de-casa-insossas-e-felizes-sem-razão) e arrasou. Do jeito dele, mas arrasou.

17 de jun de 2011

Filosofighters

Platão e Nietzsche caindo no tapa

E se o existencialista Sartre resolvesse sair no tapa com o racionalista Descartes? O que o tempo não permitiu que ocorresse a tecnologia deu um jeito de realizar: é o game online Filosofighters, criado pelo revista Super Interessante.

Inspirado em games de luta como Mortal Kombar e Street Fighters, o jogo tem como lutadores filósofos de diferentes épocas e correntes de pensamento (Platão, Santo Agostinho, Maquiavel, Descartes, Rousseau, Marx, Nietzsche, Simone de Beauvoir e Jean Paul Sartre) e os golpes específicos de cada um (gerados por combinações de teclas, assim como nos outros dois jogos citados) levam o nome de conceitos e ideias dos pensadores, como o "Ego Cogito Ergo Sum", de Descartes, ou "O Mundo das Ideias", de Platão.

Há duas opções de jogo: luta - você escolhe o filósofo com quem irá jogar e o filósofo adversário, e torneio - você escolhe um filósofo e luta contra todos os outros.

Vá lá: super.abril.com.br/multimidia/filosofighters-631063.shtml

O jogo também tem um tumblr: filosofighters.tumblr.com

16 de jun de 2011

El Día E

Neste sábado (18), o Instituto Cervantes promove em todo o mundo o "El Día E", série de eventos culturais dedicados a celebrar a língua espanhola. O Brasil não vai ficar de fora, e oito capitais vão sediar parte da programação, que inclui música, dança, teatro e intervenções artísticas. Clique aqui para saber quais são as cidades e as atrações previstas para cada uma.

Para saber mais sobre o "El Día E" vá em www.eldiae.es.

15 de jun de 2011

História da Música

Embalado pelos grandes festivais que, nesta época do ano (verão no hemisfério norte), pipocam na Inglaterra e em outros países europeus, o jornal inglês The Guardian colocou no ar esta semana um mega especial sobre a história da música moderna.

Como exige esse universo multimídia chamado internet, a cada dia um estilo musical diferente tem sua história passada a limpo através de uma linha do tempo muito bem bolada e de uma playlist (infelizmente, as músicas estão armazenadas no Spotify, serviço de streaming que ainda não está disponível no Brasil, mas uma busca no YouTube resolve parte do problema).

Pop, rock, hip hop, indie e dance foram os ritmos que tiveram sua história resumida até agora. Estão na lista de espera para os próximos dois dias world music (vamos ver como os gringos vão abordar esse "gênero" por demais genérico e preguiçoso do ponto de vista cultural) e jazz foram os estilos musicais selecionados pelo jornal.

A leitura do material toma um certo tempo, mas vale a pena. É um curso do tipo intensivão sobre parte da música popular produzida nas últimas décadas.


Vá lá: www.guardian.co.uk/music/interactive/2011/jun/11/history-modern-music-timeline

PS: Antes que alguém pergunte: não, o Guardian não está me pagando para replicar seu conteúdo online (ontem falei do Glastopoly). É que o jornal é muito legal.

14 de jun de 2011

Brincando de Glastonbury

Chegamos ao mês do Glastonbury, festival inglês como tantos outros que devem ocorrer nas próximas semanas no verão europeu, com 4589340 atrações. Se você, assim como eu, já se conformou com o fato de que é impossível, a essa altura do campeonato, sair daqui para ir até o interior da Inglaterra no próximo mês para acompanhar os shows, um consolo. A equipe do The Guardian, o jornal mais legal do mundo, fez um jogo de tabuleiro inspirado no festival. A grande meta é fazer com que Bono e The Edge, atração mega principal desta edição do Glastonbury junto com a outra metade do U2, cheguem ao palco onde se apresentarão.

Music Festivals Guide - Glastopoly

13 de jun de 2011

É tendência

Lá fora, Britney Spears e R.E.M fizeram. Por aqui, Marcelo Camelo fez. A Nação Zumbi também. Agora chegou a vez de Chico Buarque entrar na onda de liberar pílulas do novo disco através de teaser na internet. No caso de Chico, que finaliza álbum com previsão de lançamento para o segundo semestre, a moda não deve parar no teaser: o site www.chicobastidores.com.br promete, em breve, mais detalhes da produção do novo trabalho.

Chico Bastidores from Chico Buarque Bastidores on Vimeo.



Mais que uma maneira de se valer da web para ampliar as possibilidades de divulgação de um novo disco, sinto que essa onda de aperitivos parece ser uma resposta da cadeia de produção musical aos "vazamentos" (será que sempre "vaza"?) de música nova que se tornaram corriqueiros nesses tempos de MP3, YouTube e afins. Antes que estraguem a surpresa, cria-se um clima de mostra/esconde, retirando um pouquinho (acredito que é só um pouquinho) do impacto do vazamento. De transgressão que revela a novidade antes da hora, o ato de vazar passa a ser uma etapa complementar do processo de conhecimento de um trabalho novo. A novidade é cada vez mais antecipada e a música chega cada vez mais rápido até os ouvidos, como pede a velocidade dos dados trocados no universo da banda larga.

10 de jun de 2011

Les Paul vive

Já está com saudade de brincar de guitarrista com a réplica de Les Paul que o Google disponibilizou ontem (9) em sua página principal? Seus problemas acabaram. O brinquedinho já foi tirado do ar pelo Google, mas está dando sopa em outras páginas da internet. Há várias opções de download da guitarra, mas a alternativa mais legal é o site mydoodlesongs.com, que oferece a guitarrinha online acompanhada de um grande número de "cifras" enviadas pelos usuários.

Se você preferir, dá para brincar aqui mesmo. Logo abaixo da guitarra, uma mini-compilação de algumas cifras que circularam pelos sites:






The Cure - Boys Don't Cry
ERTERTTYUIYTRE

Bob Marley - Redemption song
Q-W-E-Q-R-H-B Q-W-E-B-R-E-W-Q

Iron Maiden - Fear Of The Dark
HHDDHHJJKKJJHHKJGGSSGGHHJJHHGGGGHHDDHHJJKKJJHH

Luiz Gonzaga - Asa branca
12355344 11235543 1123554314 443232211

Marcha Imperial (Guerra nas estrelas)
EEE Q T E Q T E UUU I YR Q T E

Metallica – One
3735 1715 3735 17158

Metallica - Fade to Black
3787 3757 2787 2757 3787


Tema de Indiana Jones

ERTI WER TYUP YU IOP

Oasis - Wonderwall
UY TYTYTY YTYTYTY UT
UY TYTYTY YTY YTY UT
UOUOUP OUT YYYY UT EEETE

Oasis -Don't Look Back in Anger
POO IOIPOIY OIOIPOPI YIYIYI

Oasis - All Around The World
PPOII PPOIOIY PPOPI
YIYIYIYIYT

PPOII PPOIOIY PPOPI
YPOOIOPI

Deep Purple - Smoke on the Water
QEF QEGF QEF SQ

"Especial" Beatles

In My Life
GHLIOP P OP9 908

While My Guitar Gently Whips
SDFSDFSUDFGFHFSDSAS
SDFSDFSUDFGFHFSDSAFH

Yesterday
WQQ QWERTYTRR YYTREWREE EWRE QWEE E E RTYTRT RTUITREWQQ QEI

Strawberry Fields Forever
J J K J G S D H G F F G H S F G H S A L K J H G H J J G D J G D H G

Hey Jude
533562 2348875654 5666987865 1236554321 18765546 8684 86545 654321 18665

Day Tripper
W E R Y O I Y P Y I O

And I Love Her
Q R E W Q R E W Q FGHJHK FGHJH FGHJHK KHFDS SASD

9 de jun de 2011

Vivo!



Nem pense em desligar o computador hoje (9) à noite. Às 23h, o site Show na Web transmite ao vivo, direto do Studio SP, a apresentação em que Alceu Valença reconstitui o álbum "Vivo!", registro do show Vou Danado pra Catende, de 1976, nos primórdios de sua carreira. A seleção de músicas não chega a uma dezena, mas é mais que suficiente para exemplificar a fertilidade do trabalho de Alceu, desmerecidamente pouco louvado dentro da história oficial da MPB. O sertão nunca foi tão fértil. E psicodélico.

Vá lá: www.shownaweb.com

8 de jun de 2011

Peanutweeter

Quantos caracteres cabem em um balão de história em quadrinho. 140, diria o pessoal do tumblr Peanutweeter, que teve uma ideia simples e genial: inserir tweets aleatórios, de gente desconhecida, em quadrinhos do Peanuts, desenhados por Charlie Schulz. Legal se surpreender ao perceber que, mesmo com o contexto deslocado, seja das falas, seja do desenho, quadrinho acaba fazendo sentido.



Alguém por aqui topa fazer o mesmo com a Turma da Mônica?

Vá lá: peanutweeter.com

7 de jun de 2011

Patrimônio fashion*

O que são as rendas do Nordeste, os biquínis que desfilam em nossas praias e as coleções pioneiras de Zuzu Angel? Produtos do mercado da moda, diriam uns. Utilitários que cumprem nada mais que a função básica de vestir, diriam outros. Mas são também parte da nossa cultura, pois carregam um pouco do que somos, dos nossos hábitos e peculiaridades.

A uma semana do início de mais uma edição da São Paulo Fashion Week, principal evento de moda do país, que este ano chega à idade de debutante, o assunto vira a tendência desta e das próximas estações, visto que, agora, a moda nacional é oficialmente reconhecida pelo Ministério da Cultura como uma manifestação cultural brasileira.

É fato que a discussão tem ares de moda retrô. Gilberto Freyre, um dos principais intelectuais que se prestou a refletir sobre a formação e a identidade da sociedade brasileira, já havia apontado para essa faceta nem sempre óbvia da moda. No livro "Modos de Homem e Modas de Mulher", lançado logo após sua morte, em 1987, o pensador mostrou como a aparentemente banal indumentária de brasileiros e brasileiras sempre revelou muito dos valores e padrões de comportamento do país ao longo dos anos - desde a rejeição da tropicalidade refletida nos trajes copiados da Europa, então único modelo possível de civilização para o país, até a aceitação da morenidade nas últimas décadas canalizada na moda lançada nas praias.

Mas, agora que o tema é também uma questão de Estado (como já é desde o século XVII na França, quando a terra de Coco Chanel criou um ministério para cuidar da moda, e desde o século passado na Itália, onde ateliês e croquis são protegidos pelo governo assim como prédios históricos e livros raros), com direito a políticas públicas voltadas para formação, pesquisa, memória e divulgação, inclusive com o uso de leis de incentivo, chegou a hora de o setor começar a identificar os pontos de contato da moda feita aqui com nossa cultura e patrimônio.

A passarela a ser percorrida é longa. "O setor não se vê como vetor cultural. Então, antes de qualquer coisa, o próprio setor tem que conseguir superar isso", alerta o estilista mineiro Ronaldo Fraga, representante do Colegiado de Moda no Conselho Nacional de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (Minc). Para ele, não é difícil enxergar essas relações. A partir do momento que a moda estabelece diálogo com o seu tempo, se apropriando de aspectos culturais de diferentes áreas, da arquitetura ao cinema, ela é cultura. "Mesmo quando a indústria produz só roupa, como o fast fashion, mesmo assim você consegue entender a moda como fenômeno cultural", completa.

Porém, as fronteiras entre moda e cultura vão muito além das peças das semanas de moda e das vitrines. "Quando se fala de moda como patrimônio, a gente está falando também da moda de rua, de produções anteriores, das primeiras escolas de moda, dos primeiros processos de ensinar e criar modelagens", enumera a doutora em história da arte Patrícia Sant’Anna, que atuou como consultora do Minc no diagnóstico que inclui a moda nas políticas do órgão. Nesse caldeirão, podem caber as inúmeras técnicas de confecção de rendas e bordados, a criatividade no uso de tecidos como a chita, as coleções carregadas de mineiridade de Ronaldo, mas, também, a moda com cara de metrópole de Alexandre Herchcovitch. "O segredo é criar uma moda que tenha uma leitura mundial, mas sem perder seu traço único e cultural. Esse é o diferencial, por exemplo, da Isabela Capeto, que é um sucesso no mercado externo. Ela não perdeu o conceito de identidade", comenta o professor do curso de design de moda da UFMG Tarcísio D´Almeida.

Há muito trabalho a se fazer também fora do setor, para o público em geral. Para Angélica Advense, professora do curso de moda da universidade Fumec, será necessário todo um trabalho de educação "estética e pedagógica" para que a população compreenda esse novo status da moda. "Se é patrimônio, se é cultura, tem que ter acesso. Não adianta a moda ser patrimônio e os desfiles serem restritos a compradores, a gente não ter um museu que narra essa história. Parte dos eventos de moda que recebem ajuda do governo poderiam ser destinados à população, complementados com exposições, palestras. As pessoas têm que ter condições de compreender essa linguagem", defende.

Resgate da memória
O resgate e a preservação da memória de moda no país é outra tarefa do setor. “Não dá pra falar de nada que é brasileiro, sueco ou alemão se você não sabe quem você é, se você não sabe seu passado. É uma situação mínima para desenvolver a moda brasileira”, afirma Patrícia Sant´Anna, reforçando a carência de museus que abriguem acervo relativo à produção de moda. Enquanto a França soma cerca de 20 museus dedicados ao seu acervo de moda, o Brasil tem apenas uma instituição desse tipo, o Museu do Traje e do Têxtil, em Salvador na Bahia.

Ao menos no papel há iniciativas que podem mudar esse quadro. No Rio, a secretaria de cultura mantém em gestação a criação de um museu de moda na Casa da Marquesa de Santos, no bairro de São Cristóvão. Em BH, o projeto Museu Capital da Moda, encabeçado por pesquisadores, busca fomento para criar um espaço cultural que abrigue o acervo já levantado pelo grupo, que inclui vestuário que ajuda a contar a história da moda feita na cidade. Há também o projeto Museu Virtual Permanente, uma espécie de enciclopédia da moda brasileira em formato de site, coordenado pela Pyxis Editorial e que aguarda patrocínio de empresas para entrar no ar.

Para ler
"História da Moda no Brasil - Das Influências às Autorreferências" (Pyxis Editorial, 640 pág.), João Braga e Luís André do Prado
"Modos de Homens & Modas de Mulher" (Global, 333 pág.), Gilberto Freyre

História
Veja aqui uma linha do tempo da moda brasileira

*Reportagem publicada na edição de 04/06 do Jornal Pampulha

6 de jun de 2011

China x Mick Jagger

Fui ao show do Del Rey no último sábado, aqui em BH, e saí de lá com uma questão: quem é o dono do melhor rebolado do rock, China ou Mick Jagger?





PS: Elvis, por ter sido o introdutor da prática do rebolation no mundo do rock, é hors-concours. Se estivesse vivo (há quem ache que está, vale lembrar, né?), poderia dar a palavra final.

3 de jun de 2011

@ChespiritoRGB

Roberto Bolaños, comediante por trás de Chaves e Chapolin, dois dos grandes personagens da cultura pop da América Latina, completa hoje uma semana no Twitter. Já passou dos 500 mil seguidores. Tuitou pouco nesses primeiros sete dias e o pouco que escreveu não rende risadas como as trapalhadas no melhor estilo pastelão dos episódios que já conhecemos de cor.

Mas há algo de Chaves no Chespirito que deu as caras no mundo virtual. A ingenuidade ao explicar para os seguidores o que é um palíndromo. A autodefesa ao se desculpar antecipadamente por não saber ainda usar corretamente o Twitter, para que não precise dizer "Ninguém tem paciência comigo!".

Não há sinais de que Bolaños vá muito além disso. Mas não importa. Depois de tantos anos como uma imagem em VHS cada vez mais desgastada, o ator confundido na figura do personagem e vice-versa dá um gás imenso ao culto a Chaves e Chapolin utilizando-se do Twitter, na medida em que o site dá aquela proximidade ilusória que nenhuma outra ferramenta de comunicação da internet consegue dar. É como se, de repente, Chaves tivesse se tornado nosso amigo. A essa altura do campeonato, quando todos nós já estávamos mais que conformados com as reprises por toda a eternidade no SBT, é um presente e tanto.

Sigam-no os bons.

Notícia
No México, a entrada de Bolaños no Twitter virou assunto da CNN local, com direito a debate entre jornalistas, com um tom de euforia que seria o mesmo caso Roberto Carlos aparecesse tuitando do nada por aqui no Brasil. A autenticidade da conta, que já foi comprovada, foi um dos temas discutidos.

2 de jun de 2011

Guia de Museus

Ferramenta útil pra gente de todo o Brasil: o Guia dos Museus Brasileiros, disponível online. Os mais de três mil museus mapeados pelo Instituto Brasileiro de Museus estão distribuídas pelo material conforme a região e o estado. Informações sobre funcionamento, preços e acessibilidade complementam o guia. Vale a pena dar uma olhada no que existe em sua cidade. Descobri, por exemplo, que, dentre os quase 200 museus de BH, tem um Museu do Bordado.

Vá lá: www.museus.gov.br/guia-dos-museus-brasileiros

1 de jun de 2011

The Most Beautiful Band in Town



Daqui a pouco, o número de acessos ao vídeo vai começar a ficar exorbitante e o povo do Hey Rosetta! não vai entender o porquê. Acho até que eles já devem estar meio espantados com a quantidade de comentários em português. "WTF?", devem estar se perguntando.

PS: Se você foi abduzido nas últimas duas semanas e não entendeu nada, favor dar uma googlada em A Banda Mais Bonita da Cidade.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails