28 de fev de 2011

E o Oscar vai para...

Não foi desta vez que David Fincher levou o Oscar de melhor direção. Mas, se houvesse um Oscar para a melhor direção de videoclipes, possivelmente o diretor de "A Rede Social" já teria uma prateleira lotada de homenzinhos dourados. É dele a direção de cerca de 40 clipes, alguns deles inevitáveis em uma lista de melhores de todos os tempos (ou dos meus preferidos também).

Madonna foi a artista com quem ele mais trabalhou. Dirigiu "Bad Girl", "Oh, father", "Express Yourself" e a obra-prima "Vogue". Foi Fincher quem transformou os Stones em gigantes no inesquecível "Love is Strong", e que juntou várias supermodelos em "Freddom 90", de George Michael, um dos clipes que mais amo nessa vida. Seu trabalho mais recente nessa área é "Only", do Nine Inch Nails.







25 de fev de 2011

Manifestoon



Manifestoon é uma versão animada Comunista, publicado em fevereiro de 1848. Mais precisamente, o vídeo consiste na edição de inúmeras cenas de desenhos animados diversos que, de forma objetiva ou subjetiva, expressam algumas das ações e ideias do texto. Nas palavras do diretor Jesse Drew, cineasta independente norte-americano, uma "homenagem à subversividade latente dos desenhos animados".

Saiba mais sobre o vídeo e seu autor aqui.

24 de fev de 2011

Salve, George!



Amanhã (25), dia em que George completaria 68 anos, o site do beatle transmitirá, ao longo de todo o dia, o show "Concert for George", originalmente realizado em 2002, um ano após a morte do guitarrista. As transmissões começam às 5 da manhã (!), horário de Brasília.

É bom lembrar, este ano completam-se dez anos da morte de George e, como mandam datas redondas no mundo da música (principalmente quando envolvem os Beatles), estão previstos lançamentos relacionados ao músico. Por enquanto, são dois. Em março, o show em homenagem a George sai em formato blue-ray, com direito a extras: cenas de bastidores, ensaios e entrevistas. Ainda sem data de estreia, também deve sair este ano o documentário "Living in the Material World", que traçará um perfil do beatle. A direção é de Martin Scorsese.

Veja o "Concert for George" aqui. Abaixo, o setlist do show.

1. Your Eyes – Anoushka Shankar
2. The Inner Light – Jeff Lynne & Anoushka Shankar
3. Arpan – Conducted by Anoushka Shankar
4. Sit On My Face – Monty Python
5. The Lumberjack Song – Monty Python with Tom Hanks
6. I Want To Tell You – Jeff Lynne
7. If I Needed Someone – Eric Clapton
8. Old Brown Shoe – Gary Brooker
9. Give Me Love – Jeff Lynne
10. Beware Of Darkness – Eric Clapton
11. Here Comes The Sun – Joe Brown
12. That’s The Way It Goes – Joe Brown
13. Horse To The Water – Sam Brown
14. Taxman – Tom Petty and the Heartbreakers
15. I Need You – Tom Petty and the Heartbreakers
16. Handle With Care – Tom Petty and the Heartbreakers with Jeff Lynne & Dhani Harrison
17. Isn’t It A Pity – Billy Preston
18. Photograph – Ringo Starr
19. Honey Don’t – Ringo Starr
20. For You Blue – Paul McCartney
21. Something – Paul McCartney & Eric Clapton
22. All Things Must Pass – Paul McCartney
23. While My Guitar Gently Weeps – Paul McCartney & Eric Clapton
24. My Sweet Lord – Billy Preston
25. Wah Wah – Eric Clapton & Band
26. I’ll See You In My Dreams – Joe Brown

23 de fev de 2011

Dancing Thom

Parodiando o Gmail, 4376745.3445 montagens (e continua crescendo). É nesse ritmo que cresce o Dancing Thom, tumblr criado para compilar todas as paródias feitas com o clipe de "Lotus Flower", primeiro single de The King of Limbs, recém-lançado disco do Radiohead.

Para quem ainda não sabe da história, o clipe consiste unicamente em Thom York, vocalista da banda, dançando diante da câmera. Mas, pelo visto, os movimentos criados pelo coreógrafo Wayne McGregor parecem ser universais. De músicas de Lady Gaga a Kate Bush, passando por um hit de Billy Idol, toda e qualquer música parece se encaixar nas imagens do clipe, a julgar pela criatividade de interneteiros do mundo todo.

O melhor é que a piada não perde a graça (por enquanto). A cada nova montagem, a diversão se mantém. Mas a versão axé, minha preferida, é insuperável.



Escolha a sua preferida: dancingthom.tumblr.com

22 de fev de 2011

Carnaval em BH - longe da folia



Ontem, dei uma dica para quem vai passar o Carnaval em BH e gosta de curtir a festa tradicionalmente. Hoje, a dica é para quem vai ficar na cidade, mas prefere aproveitar o feriado longe da folia: o Festival de Verão da UFMG, que ocorre entre os dias 4 e 8 de março, exatamente durante o Carnaval.

Já na quinta edição, o festival mantém o formato dos anos anteriores, com oficinas em várias áreas do conhecimento (de botânica a música, passando por robótica e história), sessões de cinema e shows com ingressos baratíssimos (R$10) com Ná Ozzetti, Maria Alcina e Duofel, dupla de violonistas que faz versões para músicas dos Beatles.

As oficinas já estão com inscrições abertas. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 4. Todas as atividades acontecem no meu querido campus Pampulha.

Mais informações no site www.ufmg.br/festivaldeverao

21 de fev de 2011

Carnaval em BH - Na folia

"A cidade vibrou intensamente nos dias do reinado de Momo. E os cordões, blocos e grupos em grande número encheram a cidade com as músicas de seus conjuntos instrumentais e corais". As cenas são do Carnaval de 1939, registrado pela revista "Bello Horizonte", antiga publicação de variedades da capital. Mas este passado distante, que se choca com o presente de ruas praticamente desertas nos dias de folia, pode servir para descrever um novo futuro para o Carnaval de BH.

Em curso há cerca de dois anos, um movimento articulado principalmente por jovens e estudantes vêm resgatando a tradição dos blocos de rua para reavivar a festa na cidade. O que começou com três desfiles em 2009, teve sequência com o dobro no ano seguinte, chega este ano a quase 30 blocos carnavalescos - praticamente dois terços deles foram criados este ano.
Com um robusto calendário que só se encerra no sábado posterior ao Carnaval, eles devem desfilar pelas ruas de bairros como Santa Tereza, Santa Efigênia e Santo Antônio.

Abaixo, você confere a programação dos desfiles e organiza sua agenda para os quatro dias de folia. Neste link*, você entende melhor como este movimento se formou e está organizando o um Carnaval independente em BH.

26/02- Sábado
Sou Bento, Mas Não Sou Santo – 13h - Avenida Cônsul Antônio Cadar c/ Rua Jornalista Milton Amado, Santo Antônio
Bloco Mamá na Vaca - 14h - Praça Cairo, Santo Antônio
Bloco Podia Ser Pior + Festival S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L. - 14h - Rua Antônio de Albuquerque c/ Alagoas, Savassi
Santo Bando – 14h – Rua Paulo Afonso, Santo Antônio
Bloco do Angu – 18hs – Rua Palmira c/ Rua Oriente, Serra

27/02 - Domingo
Bloco da Cidade - 16h - Rua Sapucaí, Floresta
Bloco da Tetê, a Santa - 17h - Praça Duque de Caxias, Santa Tereza

03/03 - Quinta
Bloco de Moreré - 19h – Avenida Brasil, 41, Santa Efigênia

04/03 – Sexta
Caminhão Elétrico do Bloco do Grito - 18h - Praça da Savassi
Bloco do Beijo Elétrico - 19h - Rua Antônio de Albuquerque, 384, Savassi

05/03 - Sábado
Bloco da Praia - 11h - Praia da Estação
Bloco do APROACH - 15h - Avenida Brasil, 41, Santa Efigênia

06/03 - Domingo
Bloco Unidos da Samba Queixinho - 14h - Praça da Liberdade
Bloco do Tico Tico – 14h - Praça Rui Barbosa, Centro
Caminhão Elétrico do Bloco do Grito - 17h - Praça Duque de Caxias, Santa Tereza
Bloco da ALCOVA - 17h - Praça Duque de Caxias, Santa Tereza

07/03 – Segunda
Bloco Filhos de Tcha Tcha - 15h - Rua Bocaiúvas c/ Dores do Indaiá, Santa Tereza

08/03 – Terça
Bloco Coletivo do Delírio - 12h – Rua Aimorés, 6, Funcionários
Bloco do Peixoto - 14h - Colégio Arnaldo

09/03 – Quarta
Bloco do Manjericão + Bloco do Fusile + Bloco Vi Uvas no Carnaval - 16h - Rua Dores do Indaiá, 302, Santa Tereza

12/03 - Sábado
Bloco Viro o Santo - 15h - Praça Cairo, Santo Antônio

*Reportagem minha publicada na edição de 19/02 do Jornal Pampulha

18 de fev de 2011

Prévia


Só sai no dia 22 "From Memphis to Hollywood: Bootleg Vol. 2", disco que reúne lados B, singles raros, demos e performances ao vivo de Johhny Cash, mas duas faixas já deram as caras na internet.

A Rolling Stone divulgou uma gravação demo de "Get Rhythm". Já o Pitchfork teve acesso a uma demo de "I Walk the Line". Pra ouvir, é só clicar.

17 de fev de 2011

O que Banksy prepara para o Oscar?


Banksy, o enigmático artista de rua britânico que concorre ao Oscar de Melhor Documentário pela direção de "Exit Trough the Gift Shop", parece estar disposto a aproveitar sua condição de indicado ao prêmio para fazer algumas de suas tradicionais provocações.

Ele, que ficou conhecido por manter secreta sua identidade e por fazer intervenções desconcertantes, como espalhar bonecos semelhantes aos prisioneiros de Guantánamo na Disney, andou espalhando imagens nada politicamente corretas pelos arredores de Los Angeles nesta semana (todas as que ilustram este post).



Diante dessa prévia, fico me perguntando se Banksy fará algo durante a cerimônia para deixar sua marca. Fico mais curiosa ainda quando penso na possibilidade de ele ganhar a estatueta. Dias atrás, seus representantes informaram à Academia o desejo do artista de não revelar sua identidade caso tenha que receber o prêmio.

Já imaginando as possíveis estripulias que Banksy poderia aproveitar para fazer neste momento, um dos executivos da Academia respondeu da seguinte forma ao requerimento: "e se o filme for o vencedor e cinco caras com uma máscara de macaco (acessório normalmente usado pelo artistas nas aparições em público) subirem no palco, todos eles dizendo 'eu sou Banksy!'? Pra quem diabos nos devemos entregar o prêmio?". Pelo visto, os organizadores do Oscar já cogitam uma possível ação típica de guerrilha que Banksy possa desencadear na noite do dia 27, e devem estar se armando contra isso.

Todas essas especulações só me fazem aguardar por esta cerimônia do Oscar como nenhuma outra. A lembrança do documentário, que de forma surpreendente só lança mais enigmas sobre a figura de Banksy e as formas de produção da arte de rua, só aumentam as expectativas.

Fiquemos atentos ao tapete vermelho e à premiação em si. Banksy pode atacar a caretice do Oscar a qualquer momento!

16 de fev de 2011

Uai Phone

15 fotógrafos brasileiros, a maioria deles mineiros, espalhados por cinco países (Brasil, Itália, Espanha, Inglaterra e Irlanda) criaram um blog coletivo para publicar imagens feitas somente com a câmera do Iphone. Resultado: imagens lindas, provando que profissional, mesmo, tem que ser o fotógrafo, não a máquina.




Vá lá: uaiphone.com

15 de fev de 2011

15 de fevereiro: Nat King Cole

Na data que marca o adeus de Nat King Cole, nada melhor que relembrar sua elegância ao som de... boleros!



Mais Nat King Cole cantando boleros, em espanhol, aqui.

14 de fev de 2011

Violões

Nos anos 1910, Picasso fez uma série de pinturas, colagens e esculturas consideradas fundamentais para o desenvolvimento do cubismo, todas elas tendo o violão como "modelo" central. Cerca de 70 dessas obras estão reunidas em uma exposição no Museu de Arte Moderna de Nova York. Graças à internet, porém, não é preciso ir até a Big Apple para conhecer esse trabalho exaustivo de desconstrução desse instrumento que se presta a tantos ritmos.
















Saiba mais sobre esta fase da carreira de Picasso aqui.

11 de fev de 2011

Jogo dos 7 erros - 4ª edição

Nesta edição musical do jogo dos 7 erros, ouçam e respondam: quem inventou a roda, Brasil?

Lady Gaga, 2011

Lady GaGa - Born This Way (1st Single) from Myke Rojas on Vimeo.



Madonna, 1989

10 de fev de 2011

Metal caipira

Pegue clássicos do Led Zeppelin, Metallica ou Nirvana. Desplugue as guitarras, dispense a bateria, empunhe a viola e encarne o espírito sertanejo. Pronto. Está feito o disco Moda de Rock, dos violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder.

Praticantes da tradicional moda de viola caipira, mas com formação musical que passa pelo rock, eles uniram esses dois universos, fazendo versões sertanejas para composições do rock e suas variações mais pesadas.

Virtuosismo, como os grandes guitarristas, eles têm. E não é porque são só duas violas para dar conta de tanto barulho que as novas versões não têm peso ou não soam marcantes.

Adoro esse tipo de coisa. de que toda música carrega um gene da universalidade. É só fazer as combinações corretas e esse DNA acaba se adaptando a diferentes linguagens.

Ah, não se deixe levar pelo sentido mais imediato (e também pejorativo) dos termos sertanejo e caipira. Abra um pouquinho a sua mente e seus ouvidos e escute, nem que seja por curiosidade:

Viola Extrema by Moda de Rock

Saiba mais sobre o disco aqui.

9 de fev de 2011

Filme e show

Duas novidades do Arcade Fire esta semana:

1)O show que a banda fez em agosto do ano passado no Madison Square Garden, transmitido ao vivo pelo YouTube, e que sumiu do site de vídeos, está disponível novamente, na íntegra e bem caprichado. Além dos bons takes graças à direção de Terry Gilliam, o material está organizado aos moldes de um DVD: é possível navegar pelas faixas e há extras.

Assista aqui.

2)"Scenes from the suburbs", curta dirigido por Spike Jonze e inspirado no último álbum da banda, The Suburbs, começa a ser revelado. Com estreia agendada no Festival de Berlim, já se sabe, agora, que o filme tem 30 minutos e uma sinopse:

"Eu queria poder relembrar cada momento/Mas eu não posso/Por que eu só me recordo dos meus momentos/Gostaria de saber o que acontece com os outros.

Um grupo de jovens suburbanos. Um verão tempos atrás. Eles não podiam deixar a cidade porque o país estava em guerra e os militares controlovam a vida da população e todas as saídas. Os adolescentes vagavam sem rumo pela cidade. O inverno traz um longo caminho pela frente. E o amor, a saudade e a amizade ainda significam - tudo."

Fora isso, até o momento, o que se tem é o clipe de "The Suburbs", uma espécie de versão condensada do filme.

8 de fev de 2011

Me chame de Parker



Este e outros curta-metragens simpáticos no site do Notodo Film Fest, festival que revela a nova geração de realizadores espanhóis.

7 de fev de 2011

Nem por R$1,99

Entrou no ar ontem (6), com direito a teaser no caro intervalo do horário nobre da Globo, o Escute, portal de streaming e download de músicas da Som Livre. Com acesso pago (exceto até o próximo dia 20, período em que o público poderá usar o serviço gratuitamente), o site é mais uma tentativa da indústria fonográfica de criar uma cultura de compra de música digital, prática que representa, atualmente, 12% do faturamento do mercado musical brasileiro.

Bem ao estilo daquelas propagandas da Polishop, o Escute tenta de convencer que o negócio em questão é o melhor do mundo, negativizando de maneira exagerada aquilo que você consome normalmente:

"Mesmo depois de uma década de experiência, o consumo de música digital ainda é muito mais difícil do que deveria ser. Músicas faltando em um disco, muitas vezes sem nome, risco de infectar seu computador com vírus e pior de tudo com uma qualidade terrível. Isso não te faz perder a paciência? São complicações típicas do consumo desenfreado de conteúdo digital", argumenta o post de apresentação do site.

Oh! Como é horrível ter acesso gratuito a toda a música do mundo via internet, não é mesmo?

"Isso começa a mudar agora. O Escute veio para acabar com esses problemas e mostrar que uma nova maneira de ouvir música é possível", continua o texto, com o tradicional jeitão Tabajara de "seus problemas acabaram".

Resolvi dar um voto de confiança no serviço quando descobri que o valor da assinatura mensal varia de R$4,99 R$14,99, conforme o plano escolhido. Convenhamos, cobrar R$14,99 para fazer download ilimitado num site cujo acervo, segundo o próprio Escute, é de cerca de 1 milhão de músicas está longe de ser um abuso financeiro. Mas parou por aí minha boa vontade com o Escute.

No mesmo texto de apresentação, me deparo com o seguinte trecho: "Nesse começo problemas irão aparecer. Nossa base de música é atualizada a cada momento, ainda não temos tudo, e estamos atentos para modificações na estrutura do site".

Outro post detalha o problema: "Não achou seu artista favorito no Escute? Calma que ele vai chegar. Quando você vai dar uma festa nem todo mundo chega na hora, digitalizar catálogos inteiros de gravadoras é parecido", explica o texto, com uma desculpa constrangedora.

Com o pé atrás, resolvi testar o sistema. Digitei "Madonna" na caixa de busca. Depois de 34 segundos aguardando, o site me retornou 96 resultados. Na primeira página, dez músicas do Marilyn Manson. Sim, Marilyn Manson. WTF? Nas páginas seguintes, que também demoraram muito para carregar, algumas faixas de um CD de música católica. Somente na sexta página de resultados encontrei algo satisfatório para a busca: "Me Against the Music", parceria de Madonna com Britney Spears.

É muito amadorismo pra quem pretende reverter a onda irrefreável (acredito eu) de acesso gratuito à música na internet. Com lentidão, busca capenga e acervo incompleto, um serviço desses não vale nem R$1,99.

Quem tiver paciência, que visite: www.escute.com

4 de fev de 2011

3 de fev de 2011

Conductor

Conductor: www.mta.me from Alexander Chen on Vimeo.



Conductor é um projeto que transforma o metrô de Nova York em um instrumento de cordas. Reproduzindo o mapa que o sistema de transporte tinha em 1972, a engenhoca produz sons sempre que uma linha se cruza com a outra. O vídeo acima dá uma amostra do projeto, mas o legal é visitar o site. Lá, o movimento das linhas corresponde ao trajeto que os trens estão fazendo em tempo real, no momento em que a página é acessada, o que resulta em uma "música" diferente a cada visita.

Para saber mais, clique aqui.

2 de fev de 2011

O White Stripes não acabou

Em comunicado, Jack e Meg White oficializaram hoje (2) o fim do White Stripes. Balela. Na minha cabeça, o White Stripes sempre foi o Jack White (convenhamos, no caso da banda, a bateria era uma formalidade). E se ele continua por aí, vivo e genial, nada está acabado, mesmo porque, com Raconteurs, Dead Weather e companhia, Jack já mostrou que não é homem de uma banda só. Talentoso que é, o negócio dele é fazer música. E nessa atividade ele ainda não pôs um ponto final. Não há motivo para drama.

O White Stripes acabou. Viva o White Stripes!

1 de fev de 2011

Wikipedia multimídia

Tem novidade no admirável mundo virtual: Qwiki, uma plataforma que pretende transformar informação enciclopédica em experiência. Para isso, no lugar do texto corrido, característico das enciclopédias de papel, mas também da Wikipedia, o Qwiki mistura texto, áudio e imagem (no estilo apresentação de slides) para apresentar a informação. Ao final, são sugeridos tópicos relacionados e links para o mesmo termo na Wikipedia, no Google, no YouTube e na Fotopedia. Botões de compartilhamento (Twitter, Facebook, código de incorporação) também estão disponíveis.

Toda essa operação é processada a partir de sistemas de busca que localizam o que já existe na web sobre o termo buscado. Quanto ao texto, mais precisamente, me parece que a informação é retirada da Wikipedia. Comparei os textos do Qwiki sobre Pelé e Garrincha e vi que correspondem exatamente aos textos da introdução dos verbetes sobre os dois jogadores no já conhecido site colaborativo.

O nome, ao contrário do que me veio à mente a primeira vez que ouvi falar do site (pensei no Kiwi!), é uma junção de "quick" (rápido) com "wiki" - a ideia é fornecer uma informação rápida através do conteúdo colaborativo e editável (é possível fazer contribuições para melhorar os qwikis, como são chamados os verbetes no site).

Como ainda está em fase de testes, o Qwiki tem lá suas limitações. Tudo ainda é em inglês, o que exclui, neste primeiro momento, quem não compreende o idioma. Há também muitos tópicos relacionados sem conteúdo, apesar de a plataforma garantir que já soma dois milhões de termos processados. Paciência. O brinquedinho parece legal.



Vá lá: www.qwiki.com

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